A aproximação da Comunidade envolvente à escola é sem dúvida uma batalha a ganhar. No entanto, existem as chamadas “forças de bloqueio” que por diversas razões impendem a salutar convivência que deveria haver entre uns e outros.
O snobismo político, social ou até religioso interfere, e de que maneira, naquilo a que os mais esclarecidos acham que é fanatismo. A meu ver, por estas e outras situações, acabamos por cair no exagero, convocando um voltar de costas insustentável. Ora, as escolas têm de se abrir à sociedade, seja através dos canais formais que possui, ou por outros menos formais, mas que, provavelmente, despertam no público em geral mais curiosidade e interesse. Não é por se beber uma cervejinha, acompanhada por uma bifana que vem o mal ao Mundo. Todos nós sabemos que existem momentos específicos para comemorações mais profanas e outras mais de cariz formal, mas “Ó mentes fechadas” abram os vossos corações para as belezas do mundo terreno!
A dualidade corpo/espírito nunca passou de moda, agora, não a tornem desequilibrada – onde é que o corpo pode prosperar?
Esperemos que as tradições não desapareçam por causa de fanatismos despropositados, bem como flexibilizem essas leis e regras apertadas que não levam a lado nenhum. A nossa luta é inglória quando dentro de uma mesma classe profissional existem pessoas a remar para lados opostos.
Rememos todos para o mesmo lado, pois obtermos os resultados tão desejados – todos pela Educação!
O Coordenador do Clube de Jornalismo
Prof. Max Teles
"onde é que corpo pode prosperar?"
ResponderEliminarMeu caro colega Max, se esta frase é da tua autoria tiro-te o chapéu pois é uma máxima digna de aparacer em qualquer compêndio do género ou então como slogan de um bar mudando-se a frase para "onde o corpo pode prosperar?".
Abraço, Luís Quadros